Marketing

Profissional de marketing: entenda o que raios está acontecendo (e o que importa agora) by Paulo Henrique Lemos

Se você é profissional de marketing ou comunicação, eu tenho um pedido pra te fazer. PARE o que você estiver fazendo e OUÇA os nove episódios do podcast Electronic Propaganda Society, produzidos pelo Mathew Sweezey e lançados em abril deste ano.

O assunto que ele ataca é a absurda, nociva e persistente INEFICIÊNCIA do marketing.

Em outras palavras, o simples fato de que em NENHUM outro mercado investe-se tantos recursos (tempo, dinheiro, pessoas, tecnologias, etc.) para tão pouco retorno, ou pelo menos o retorno que interessa: aquisição, retenção, crescimento, experiência e satisfação do cliente.

Raras vezes na nossa profissão um assunto tão importante (talvez "O" mais importante hoje) foi explicado com tanta simplicidade e riqueza de exemplos e referências, ligando os pontos.

Se você, meu caro profissional de marketing, está batendo cabeça, sem saber o que fazer direito, sem estratégia nenhuma, usando as ferramentas erradas, perdido no tiroteio de buzzwords e cansado de picaretas te empurrando soluções milagrosas, essa é sua oportunidade de fazer uma pausa e ENTENDER de uma vez por toda o momento que vivemos.

Então, ouça. Ouça de novo. Tome notas. Compartilhe. CHEGA de mediocridade. MUDE.

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Links pra download do podcast:

Vale visitar também o site do Electronic Propaganda Society.

Você é um investidor ou um apostador? by Paulo Henrique Lemos

Como diz um amigo do mercado financeiro, craque em gestão de ativos: "se você investe seus recursos sem sem objetivos claros, expectativas realistas e disciplina para tomar decisões racionais, com base nos dados, você não pode ser chamado de investidor. Você está mais para um apostador."

Lição para profissionais de marketing (em especial para quem toma decisões sobre budget e alocação): se você trata o marketing como centro de custo — e não como investimento — não venha depois querer falar em retorno.

Dois alertas sobre o conteúdo no LinkedIn by Paulo Henrique Lemos

Sobre as pragas da auto-promoção descarada e dos clichês motivacionais que assolam a minha, a sua, a nossa timeline.

"Especialistas não saem por aí gritando que são especialistas. Eles demonstram sua expertise pelas perguntas que fazem e pelo conhecimento que compartilham." (Adam Grant, professor da Wharton Business School)

"É a marca de todo charlatão explicar um conceito simples de maneira complexa." (Naval Ravikant, fundador da AngelList)

Fique de olho!

Como não desperdiçar seu budget de marketing by Paulo Henrique Lemos

Você trabalha com marketing? Então vamos começar 2019 falando do que importa.

Por que tantas empresas brasileiras ainda tratam o marketing como centro de custo?

Por que compram as tecnologias erradas na hora errada?

Por que usam tão mal os dados à sua disposição?

Por que resistem a pensar e fazer marketing respeitando o perfil e comportamento de seus clientes?

Respondo a essas e outras perguntas no podcast do Ricardo Abiz. Ouça e me diga se sou eu ou se é o nosso mercado quem está fora da realidade.

Uma dica: quem acha normal queimar o budget de marketing em ações sem impacto no crescimento do negócio não sou eu.

Quantidade versus qualidade no marketing: como (e por que) fazer menos e melhor by Paulo Henrique Lemos

Crédito da imagem: http://frank.jou.ufl.edu

Crédito da imagem: http://frank.jou.ufl.edu

Demorou, mas finalmente começamos a ver no Brasil o que já é realidade nos EUA: a mudança da quantidade para a qualidade no jeito de pensar e fazer conteúdo e SEO.

Sim, estamos falando da quantidade e da qualidade de campanhas lançadas, de posts publicados, de emails enviados, de contatos convertidos, de tantas coisas que fazem parte da rotina de uma equipe de marketing.

Há bons motivos para essa mudança. Um deles é o aprimoramento dos modelos de atribuição. Um bom modelo é capaz de identificar quais são os canais, conteúdos e interações mais importantes na jornada de compra do cliente. Com isso é possível tomar melhores decisões qualitativas sobre alocação dos recursos de marketing, apostando nas ações que têm impacto direto nos resultados.

Outro motivo é o Google. Mais exatamente, os ajustes que o Google vem fazendo nos critérios de indexação, ranqueamento e exibição de conteúdo. Por muito tempo, publicar conteúdo superficial com alta freqüência foi suficiente para gerar tráfego em busca orgânica. Como o próprio VP do produto de busca do Google faz questão de avisar, acabou a moleza. É preciso investir em qualidade.

Por qualidade, entenda-se não apenas conteúdo mais útil, interessante e aprofundado, mas também o contexto (intenção, momento) e o formato (texto, vídeo, etc.) em que ele é oferecido na experiência do cliente, o valor que ele é capaz de criar em cada interação, antes, durante e depois da compra.

Para empresas e agências, o momento é de transição. Questionar premissas, rever métodos, práticas e expectativas. Enquanto isso, compartilho com você essas três experiências recentes dos nossos parceiros da HubSpot, que mostram (com dados, claro!) um pouco do que vem por aí.

Experiência 1

O que funciona melhor: criar mais conteúdo com menos qualidade ou menos conteúdo com mais qualidade? Por seis meses, a equipe de marketing da HubSpot testou essas hipóteses no próprio blog deles. Leia aqui as conclusões.

Experiência 2

E como fica todo o conteúdo que você já publicou? Veja aqui um exemplo do impacto da otimização de posts antigos usando a estruturação de tópicos. Essa é uma nova prática de SEO, usada para estabelecer a autoridade de uma empresa perante o Google no mercado em que ela atua.

Experiência 3

Pra fechar, leia aqui sobre como diminuir a quantidade de emails enviados e, ao mesmo tempo, aumentar o engajamento da base e melhorar a qualidade dos leads convertidos para vendas. Em outras palavras, os benefícios de fazer menos e melhores campanhas.