O futuro de SEO nunca foi tão claro (e nem tão ignorado) / by Paulo Henrique Lemos

É o que nos diz o Rand Fishkin, que entende do riscado. 

Em post que vale ler na íntegra, ele descreve uma série de fatores que qualquer um pode observar por conta própria, como a canibalização dos resultados de busca pelo Google e a queda na taxa de CTR (click-through rate), especialmente no mobile, e conclui o seguinte:

 Em SEO no futuro será mais difícil investir, mais difícil vencer e o retorno será menor. (...) Assim como hoje como eu prefiro ter dez assinantes na minha newsletter a 1.000 fãs no Facebook, penso que, no futuro, será melhor ter dez buscas pela nossa marca do que 1.000 buscas por palavras-chave em que estamos tentando competir com o próprio Google.

É mais um exemplo de que já não basta atender e se contentar com migalhas da demanda existente por um produto ou serviço. Para ter o máximo impacto no negócio, o trabalho de marketing precisa ir além. Precisa antecipar e satisfazer a novas demandas, oferecer a melhor experiência possível para os clientes a quem servimos.

Você pode argumentar que isso é óbvio, e terá razão. Menos óbvias são as razões pelas quais tão poucas empresas tomam decisões com base nessa realidade. Quais são as suas?